07 julho 2008

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27 fevereiro 2008

Mike Plowden



Recordar o Lisboa ou o Jacques é fácil pois eram as estrelas maiores de uma das melhores, senão a melhor, equipa portuguesa de qualquer dos desportos colectivos em Portugal. Foram 10 campeonatos em 11 temporadas, inúmeras Taças de Portugal, Supertaças e Taças da Liga a rechear o já de si extraordinário palmarés do Benfica.
Recordar o Mike Plowden é igualmente fácil. Por trás do grande nº12 do Benfica, estava um grande Homem. O Mike personificou todos os valores que se julgam necessários para se envergar a camisola do Sport Lisboa e Benfica: Espírito de equipa, capacidade de sacrifício, talento, pujança física e ética.
Infelizmente, depois de sair do Benfica, não mais regressou ao defunto pavilhão nº1 nem sequer viu com os seus olhos o bonito Pavilhão Açoreana Seguros. Dizia que não conseguiria aguentar a emoção.
O Mike, certamente que não era benfiquista desde pequenino, mas mereceu todo e qualquer aplauso a si dedicado e a todos, como era seu apanágio, retribuiu com simpatia e mais vontade de conquistar títulos, não apenas para ele, mas para a equipa.
Ao Mike, um verdadeiro símbolo da mística do Benfica, o meu muito obrigado!
Até sempre!

Morreu o Mike



“Morreu o Mike Plowden…”, foi este o texto que eu li no sms enviado ontem ao final da noite. Uma notícia triste de uma morte prematura de um grande Homem, uma grande figura do Benfica e do basquetebol nacional.
Figura de proa da equipa mítica do basquetebol do Benfica nos finais dos anos 80 e anos 90, o Mike era, acima de tudo, um verdadeiro jogador de equipa. As suas principais armas eram os ressaltos, o lançamento de média distância na zona frontal do cesto e a defesa. Quem não se lembra de o ver a defender, e muito bem, jogadores como o Arlauckas do Real Madrid ou o Thompson do Badalona?
Um autêntico guerreiro que nunca perdia o sorriso. Nos inícios dos jogos cumprimentava tudo e todos. O ritual parecia interminável e os árbitros nem pestanejavam. Só quando o Mike desejasse bom jogo a toda a gente, colegas, adversários, roupeiros, oficias de mesa, árbitros e público é que o jogo poderia começar.
Tive o privilégio de o conhecer tinha eu uns 10 anos. O Mike, sempre simpático, também o foi comigo. Os vários anos de convívio deixaram-me um sentimento de amizade e grande admiração. Pode ter ido o homem mas, enquanto eu cá estiver, o seu sorriso perdurará para sempre na minha memória. Um bem haja Mike e até sempre!